Tem gente nova na área...

Apresentamos as novas integrantes do time DTG

Tudo bem por aí?

Esta é a edição #15 da nossa Newsletter, dividida em 2 partes:
1 - Apresentamos nossas duas novas integrantes do time DTG Brasil.
2 - #SextounaDTG: as dicas do nosso time sobre o que curtimos nas últimas 2 semanas :)

Boa leitura e bom fim de semana!


Quem são as novas caras no time DTG Brasil?

Olá, meu nome é Isabela Lara, e sou a nova Designer da DTG Brasil. Pós-graduada em Design de Interação e finalizando a especialização em Gestão de Negócios.

Amo trabalhar com pessoas. Estou feliz com este novo horizonte na DTG, de agregar e aprender com esse time!

Olá!! Sou Silvia Vasconcellos, profissional de Marketing, fotógrafa e cozinheira das cores ( eu brinco! ). Empreendedora, sou atenta ao mundo contemporâneo e às necessidades das pessoas.

Foi na Itália onde encontrei, durante um curso no IED Milão, a importância do processo do design na entrega de experiências de produtos e serviços.

Tenho certeza que, atualmente, temos as melhores ferramentas para fomentar a cultura de inovação e não tenho dúvida que estou no melhor lugar para trabalhar, aprender e viver cada vez mais tudo isto.

Uma honra chegar à DTG Brasil!


#Sextou na DTG: Antes de nos despedir, aqui vão as dicas do time

  • Jordânia Costa: Neste momento de distanciamento social, temos usado a comunicação virtual com mais intensidade, é importante que consigamos fazer uma boa conexão através da comunicação. Este Podcast dá dicas embasadas em algumas estruturas da PNL a fim de mudar o seu estado interno ao falar em público, na comunicação verbal, não verbal e virtual.

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  • Paulo Emediato: Um podcast com Fábio Campos, pesquisador em educação na NYU sobre os motivos de Paulo Freire incomodar tanto. Ta aí uma versão bem resumida das ideias de Freire.

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  • Ciso Lima: O CEO brasileiro que resolveu trocar o uso de apresentações em Power Point em reuniões por arquivos em word. E parece que dá certo. Testa aí e me conta?

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  • Raissa Fontes: "De hoje a domingo acontece a 2ª Mostra Pankararu de Música, transmitida da Aldeia Indígena Bem Querer, em Pernambuco, e com participações de Ailton Krenak, Mateus Aleluia, Brisa Flow e Djuena Tikuna, entre outros." -> https://www.instagram.com/mostra.pankararu/

    https://www.youtube.com/channel/UCKHU68xbTaVWwOl5wlHi6Dg

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  • Rubens Aguiar: Minha dica de hoje é o single Oxigênio do compositor e ator César Mello. Uma letra contundente sobre a realidade sombria que estamos vivendo. Ouça até o final. Vale cada nota e palavra:

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  • Isabela Lara: Tenho como hobby jogar jogos de tabuleiro! Além de divertido, jogar boardgames é um exercício cerebral, bom para lidar com cenários competitivos e cooperativos. Para quem quer sair do "War" ou do "Jogo da Vida" e seja de BH-MG, indico conhecer as luderias @funtasybarejogos e @ludocafebh - vai lá no Instagram! Ambas têm delivery, trabalham com aluguel de jogos e nos espaços têm profissionais que te indicam e explicam como jogá-los.

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  • Eduardo Rigotto: O tema de criatividade tem sido um dos mais debatidos quando se fala em inovação. Esse podcast desmistifica o assunto e traz inúmeros olhares diferentes sobre o assunto. Estão no ar desde 2014 e já tem mais de 500 episódios!

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  • Silvia Vasconcelos: Projeto Dezon Drops: conteúdo apresentado no perfil @izadezon, com pílulas de tendências, cases e insights que podem inspirar ações e negócios. O último publicado, Propósito Coletivo - Recriando Utopias e Reconquistando a liberdade, traz perspectivas interessantes para incentivar visões ascendentes de futuro. "Sonhar e investir em inovações que inspirem e deem um novo sentido à vida" é a provocação. É para lá que estamos indo!
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  • Dudu Loureiro: Livro: Two Beats Ahead: What Musical Minds Teach us About. Lançado recentemente, o livro Two Beats Ahead está recheado de inspirações incríveis do universo da música, que podem (e devem) ser aplicadas em qualquer negócio. Escrito por Panos Panay (VP de estratégia da Berklee College of Music) e Michael Hendrix (Diretor Global da IDEO), que na edição 2017 do SXSW (Festival South by Southwest), já tinham tratado do tema sobre como a mentalidade do jazz bepop pode ser a chave para negócios inovadores.
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Vamos falar sobre saúde mental?

O tema do Setembro Amarelo precisa ser abordado todos os dias.

Tudo bem por aí?

Esta é a edição #14 da nossa Newsletter, dividida em 2 partes:
1 - A Raissa Alves, do time DTG, escreveu sobre o Setembro Amarelo
2 - #SextounaDTG: as dicas do nosso time sobre o que curtimos nas últimas 2 semanas :)

Boa leitura e bom fim de semana!


Por que falar de saúde mental?

Nem todos os posts sobre saúde mental me atraem, acredito que seja por causa da abordagem imediatista e reducionista sobre o tema. Quando vejo um post assim, bate uma certa tristeza, talvez porque sinta que a forma como muitos compartilham o assunto pode diminuir o interesse de quem realmente precisa.

Então cabe a pergunta: "o que é legal transmitir no setembro amarelo?" Para responder a essa pergunta decidi conversar com alguém que é especialista no assunto, minha psicóloga, Erin Vogel. Ela disse que este mês é uma oportunidade para falar mais sobre a saúde mental e prevenção ao suicídio, com o objetivo de desmistificar o que ainda é tabu e para que as informações verdadeiras, relacionadas a melhora na saúde mental, cheguem às pessoas.

Este mês também é um período quase natalino e as pessoas ficam mais solícitas para dar apoio a quem sofre de transtornos mentais, como depressão e ansiedade, porém é fundamental tomar alguns cuidados ao tratar do assunto. 

Quer ajudar nesse período? Primeiro é preciso saber qual é a sua função e o que não esta sob a sua responsabilidade. 

Como assim? Bom, a não ser que você seja devidamente qualificada(o), não deve se sentir responsável diretamente pelo tratamento de outras pessoas. O seu papel seria mais de acolher a quem precisa e incentivar na busca por ajuda. 

Há várias formas de acolher quem sofre de transtornos mentais, como por exemplo, promover momentos de lazer, jogar, dançar, rir juntos, entre outros, essas coisas ajudam a melhorar a saúde mental por conta do bem estar momentâneo e da interação social. O segundo ponto é incentivar a pessoa a procurar ajuda qualificada. Uma ideia legal é propor procurarem juntos.

Beleza, já dá pra entender formas de apoiar quem está com distúrbio psíquico, mas como saber se eu ou alguém ao meu lado precisa de ajuda profissional? É importante ter a noção de que quase todo mundo sofre, em alguma medida, de questões psicológicas mais ou menos profundas. Porém, quando o sofrimento ultrapassa a capacidade de viver o dia a dia, prejudica a rotina, provoca isolamento, talvez seja importante buscar ajuda.

Ainda há mais duas coisas extremamente importantes que eu gostaria de passar aqui, primeiro é como falar sobre o assunto suicídio sem que incentive uma tentativa e por fim, vou deixar dicas de como procurar ajuda sem gastar uma fortuna.

Provavelmente você já ouviu falar que a série 13 Reasons Why incentivou tentativas de autoextermínio por mostrar cenas da protagonista tentando se matar. E também que o setembro amarelo é o período em que as pessoas mais tentam tirar suas vidas. Então vem aquele paradoxo, como falar mais sobre saúde mental para não virar um tabu e ao mesmo tempo, evitar que incentive uma atitude radical? A resposta é: foque no acolhimento, evitando a tal da positividade tóxica, afinal é tóxica, pois invalida a dor do outro. Cuidado para não impor o seu jeito ou a sua interpretação dos fatos em relação a quem sofre. Empatia sempre faz a diferença.

Apoie com sua amizade e incentive a busca por ajuda, desmistificando os preconceitos sobre terapia. Se for postar sobre o tema, redobre os cuidados com mitos e fake news. Um perfil do instagram que é bacana e bem didática se chama Eurekka, olha que massa esse post deles:

A post shared by @eurekka

Agora vamos para as diquinhas de como ter atendimento gratuito ou quase:

O contato do Centro de Valorização da Vida (CVV) é para quem esta em uma emergência ou quem quer ajuda e não sabe por onde começar. O número de contato é o 188, o site é www.cvv.org.br o atendimento além de ser gratuito, esta disponível 24h! 

Quer atendimento com um terapeuta e não tem muita condição? Vou te dar duas dicas legais:

Praticamente toda faculdade oferece atendimento psicológico a um preço mais em conta. Isso acontece porque os próprios alunos de psicologia precisam fazer estágio e praticam na própria instituição de ensino. Se você tiver interesse, aconselho colocar o seu nome na lista da faculdade mais próxima de você, pois tem lista de espera, mas o legal é que abrem vagas a cada novo semestre.

A segunda é que o nosso amado #vivaoSUS oferece atendimento no Centro de Atenção Psicossocial (CAPS), o site é https://bit.ly/2X0kMqu, onde oferecem atendimento a quem sofre de transtorno mental, incluindo quem tem necessidades decorrentes do uso de álcool e outras drogas. Se não tiver CAPS na sua cidade, procure a Atenção Básica (AB).

Obrigade por ter lido até aqui!
Seja solidária(o) com a saúde mental das pessoas, inclusive com a sua :)


#Sextou na DTG: Antes de nos despedir, aqui vão as dicas do time

  • Jordânia CostaInovações sociais e tecnológicas criam oportunidades para gerar valor a sociobiodiversidade.

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  • Paulo Emediato: Aproveitando o setembro amarelo, quero compartilhar o livro “O Diabo do Meio Dia: Uma anatomia da depressão”, do Andrew Solomon, que talvez seja o relato não acadêmico mais completo sobre saúde mental e a relação pessoal com a depressão. Fez muita diferença na minha vida ter lido. Ele também tem um TED interessante sobre depressão.

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  • Ciso Lima: Celeste | Jogo | Sobre: Autoconhecimento; Saúde Mental;

    Não é a primeira vez que falo sobre Celeste mas não poderia deixar de incluí-lo como dica de conteúdo associado ao tema dessa edição. Celeste é uma experiência singular sobre a tão necessária jornada de autoconhecimento (quem nunca). Um desafiador jogo de plataforma que trata sobre tema difíceis como culpa, ansiedade e depressão. Primoroso ao integrar suas mecânicas a uma narrativa que deixaria C.G. Jung, o pai da psicologia analítica, orgulhoso.

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  • Raissa Fontes: Vídeo sobre dicas se você é uma pessoa que pensa de novo, a terceira é a que mais funciona pra mim, esta em 2:33 do vídeo:

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  • Rubens Aguiar: "Nós - Uma antologia de literatura indígena", organizada pelo artista gráfico e escritor Maurício Negro, é uma das melhores surpresas literárias que tive nos últimos tempos.

    Uma reunião de histórias – que chamaríamos de contos – escritas por autores brasileiros de dez nações indígenas que falam sobre o amor, mitos de origem e temas universais. "Nós" deveria ser literatura obrigatória nas escolas, pois nos conecta à essência dos nossos povos originários, à nossa própria essência. Se somos apresentados a Camões e a outros escritores da tradição portuguesa, por que não conhecer também a obra de Tiago Hakiy, Aline Ngrenhtabare Kayapó, Jera Poty Mirim ou Edson Krenak, entre outros? "Nós" revela tantas afinidades que não poderia ter outro nome. Um livro lindo de ler e contemplar.

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  • Eduardo Rigotto: As 15 habilidades do futuro, segundo o Fórum Econômico Mundial, com a descrição da turma da Tera.
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  • Dudu Loureiro: Direto do time de design do Airbnb, um ótimo artigo sobre a importância dos designers generalistas.

Como desenhar uma jornada ideal e pra que ela serve?

Exemplos de como trabalhar a experiência de clientes internos e externos.

Tudo bem por aí?

Esta é a edição #13 da nossa Newsletter, dividida em 2 partes:
1 - A Thalita está se despedindo de nosso time e escreveu um pouco sobre o trabalho como desenhar a jornada ideal para a experiência de clientes.
2 - #SextounaDTG: as dicas do nosso time sobre o que curtimos nas últimas 2 semanas :)

Boa leitura e bom fim de semana!


Afinal, como desenhar a Jornada Ideal?

A jornada do cliente é um detalhamento visual do caminho que o cliente percorre à medida que

interage com os pontos de contato de um serviço. Essa interação é descrita passo a passo em uma linha do tempo e conta a história desde o momento em que o cliente compreende uma necessidade, busca o serviço, consome o produto ou serviço e depois que finaliza esse processo.

Cada persona (padrão de comportamento do cliente) tem uma jornada específica, pois se comporta de forma diferente e por isso tem ações e pontos de contato diferentes dentro da jornada. 

Por exemplo, quando vamos ao supermercado precisamos:

  1. Ver o que está faltando em casa

  2. Fazer uma lista 

  3. Pegar a sacola de compras

  4. Sair de casa

  5. Andar até o mercado

  6. Pegar um carrinho

  7. Passar pelos corredores pegando os produtos

  8. Ir para fila do caixa

  9. Aguardar na fila

  10. Passar os produtos no caixa

  11. Embalar

  12. Pagar 

  13. Voltar para casa

  14. Higienizar tudo

  15. Guardar as compras

Essas são as ações que compõem a jornada de uma pessoa indo ao mercado e para cada uma dessas ações temos pontos de contato que nesse caso são o carrinho de compra, a pessoa no caixa, a pessoa segurança na saída do mercado, etc.

Todos os serviço possuem sua própria jornada e a primeira etapa para compreendermos esse passo a passo é fazer uma pesquisa com os clientes e diagnosticar o que chamamos de jornada atual, não sob nossa perspectiva, mas sob a perspectiva de quem usa o serviço. No primeiro momento conseguimos compreender como a jornada é hoje, se os pontos que estão funcionando e quais os pontos que podem melhorar, ou seja, onde a experiência do cliente deve ser aprimorada. Também mapeamos, nessa etapa, os pontos de contato existentes e o status emocional das personas (como elas se sentem).

Depois de fazer esse diagnóstico e sabendo os pontos onde podemos melhorar, partimos  para a ideação da nova jornada ou jornada ideal. Geralmente esse desenho é feito por um time multidisciplinar em workshops de cocriação.  

Com a jornada ideal em mãos é hora de fazer o Blueprint, que é uma forma de detalhar e especificar os aspectos do serviço incorporando as duas perspectivas, tanto do cliente, quanto do prestador de serviço. Ou seja, no blueprint olhamos para a nova jornada e detalhamos o que a empresa precisa fazer internamente para sustentar o funcionamento do serviço, pensando tanto nas ações de frontstage aquelas que têm contato direto com o cliente, quanto no backstage, aquelas ações que acontecem internamente e o cliente não vê, mas que são primordiais para o serviço acontecer.

E o que vem depois da jornada ideal e do blueprint? 

Com esse mapeamento pronto é hora validar com a área ou as áreas da empresa quais ações da nova jornada a empresa já faz (não mudou da jornada atual para a ideal), quais precisam de pequenas alterações internamente e quais dessas ações precisam virar um novo projeto. Para essas ações, que precisamos transformar em projetos, criamos times multidisciplinares, de preferência com pessoas que participaram de toda a construção da jornada,  com alguns especialistas, que serão necessários dependendo da especificidade do projeto.

Vamos de exemplo para ilustrar, vou contar a história da jornada do Jurídico da Anglo American. 

No começo desse ano fizemos um projeto com a Anglo American e o objetivo era desenhar a jornada de atendimento do Jurídico. Como o jurídico é uma área meio da empresa, ela atende muitas outras áreas e eles entenderam que dava para melhorar esse "atendimento".

Primeiro fizemos o diagnóstico e definimos a jornada atual identificando os principais pontos de melhoria.

Fizemos workshops de ideação, priorizamos e conceituamos os principais pontos e chegamos a jornada ideal

Com a nova jornada pronta compreendemos que a equipe do jurídico precisaria desenvolver 4 projetos para que essa jornada realmente saísse do papel.

  1. Sistema de acompanhamento das demandas.

  2. Ritos de empatia que permitam que conheçamos melhor o negócio do cliente.

  3. Um sistema de governança que permita aos clientes e aos advogados entender os limites das responsabilidades.

  4. Formato de entrega do resultado do trabalho, de modo a aproximá-lo da realidade e dos anseios dos clientes. 

Com esses projetos desenvolvidos e implantados é hora de começar a medir o desempenho da nova jornada \o/

Para os novos projetos são desenvolvidos protótipos, eles são testados, colhemos feedbacks, iteramos e depois chegamos a versão final de cada um deles para aí sim implantar de maneira definitiva. 

Além disso, são definidas métricas de sucesso dessa nova jornada baseadas nos principais pontos de dores encontrados no diagnóstico inicial. Por exemplo, se um dos principais pontos de atenção era não conseguir acompanhar as solicitações feitas ao jurídico, uma métrica pode ser quantas pessoas estão utilizando a nova solução (projeto desenvolvido para o acompanhamento de demandas) ou a redução de ligações para a área para saber informações sobre a demanda. 

Essa avaliação geralmente é feita dividindo a jornada em partes menores e para avaliar a jornada como um todo é feita uma nova pesquisa com cliente (interno ou externo). Se for para um serviço que já existe e já era avaliado, podemos comparar com pesquisas de satisfação feitas anteriormente.e for para um novo serviço ou de uma jornada que nunca tinha sido mapeada, podemos usar o diagnóstico inicial ou considerar essa pesquisa a T0 e evoluir a partir daí. 

As Jornadas não são estáticas. Fazer o mapeamento da jornada do cliente é muito importante pois:

  1. Oferece um panorama sobre os fatores que influenciam na experiência do cliente.

  2. Possibilita identificar tanto pontos negativos, quanto a possibilidades de inovação.

  3. Deve ser construída a partir da perspectiva do usuário, o que  permite que o serviço seja adequado para melhorar a experiência.

  4. Traz uma visão global e, ao mesmo tempo, permite o foco em pontos específicos, para uma análise mais profunda.

  5. Representação visual estruturada permite compreender e comparar a experiência.

  6. Qualifica as tomadas de decisão, possibilita ações mais precisas.

Porém deve estar em constante evolução.


#Sextou na DTG: Antes de nos despedir, aqui vão as dicas do time

  • Thalita Barbalho: Bo Burnham - Inside (Netflix)

    Ainda estou na dúvida se é drama ou comédia, mas vale muito a pena assistir. O filme foi roteirizado, dirigido, filmado, atuado e cantado pelo comediante e tudo acontece em um único cômodo da sua casa e traz reflexões sobre como depressão, ansiedade, isolamento social, o comportamento nas redes sociais e tudo de uma forma bem divertida.

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  • Jordânia CostaUma conversa bem interessante sobre as habilidades de um líder no Mundo VUCA. O mundo em que vivemos, no qual temos que nos reinventar e compreender, para que ele deixe de ser um desafio e se torne uma oportunidade.

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  • Paulo Emediato: A melhor surpresa das últimas semanas foi assistir ao documentário VAL, na Amazon Prime, sobra a carreira do ator Val Kilmer. Em princípio eu duvidei que seria bom, mas vai por mim, é muito bom! Assiste aí e depois me conta.

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  • Ciso Lima: Goma é uma plataforma gratuita, para empresas e profissionais aprenderem como implementar um programa de mentoria, com o objetivo de acelerar a carreira de pessoas negras.

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  • Raissa Fontes: Sobre a news dessa semana, vai ser dica de dois sites:

    https://sidebar.io/ esse site trás as principais notícias de design, é mais focada para a área de experiência do usuário.

    Outro site é o https://brandingstyleguides.com/ este tem manual de diversas marcas para a pessoa baixar em pdf :)

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  • Rubens Aguiar: Um museu dedicado a péssimas experiências?

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  • Eduardo Rigotto: Regalias ou Respeito no trabalho? RIP ping-pong. The era of wacky office perks is dead. Uma matéria bem interessante sobre as regalias oferecidas pelo universo Startup e o que as pessoas realmente desejam.
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  • Dudu Loureiro: "A importância de entender as pessoas como pessoas, não como usuários".

    Reflexão do ótimo texto da Indi Young, referência em pesquisa exploratória, que aponta como pode ser limitador fazer pesquisa já tendo alguma solução em perspectiva, ao invés de entender as pessoas de forma profunda, independente de uma potencial solução ou da própria empresa.

 

O quanto você aprende em seu trabalho?

Ideias sobre o trabalho enquanto lugar de aprendizado.

Tudo bem por aí?

Esta é a edição #12 da nossa Newsletter, dividida em 2 partes:
1 - Eu e Thalita escrevemos um pouco sobre o trabalho como espaço de aprendizado (e também uma breve despedida).
2 - #SextounaDTG: as dicas do nosso time sobre o que curtimos nas últimas 2 semanas :)

Boa leitura e bom fim de semana!


O trabalho enquanto lugar de aprendizado 

Talvez seja um lugar de privilégio poder refletir sobre o sentido do trabalho, pois transcende a dimensão da atividade por necessidade de viabilizar a sobrevivência. Ainda assim, a ideia da troca de horas de esforço por um salário sempre fez pouco sentido pra gente. 

É claro que todos já experimentamos momentos detestáveis em nossas respectivas carreiras, mas desde que nos encontramos na DTG, sempre tivemos o objetivo de aprender, nos divertir, gerar valor para as pessoas e, como consequência, sermos remunerados por isso. Nunca empreendemos para ganhar dinheiro, ou ficamos fazendo contas sobre o quanto poderíamos ganhar ao escalarmos nossa atividade.

Cada um de nós poderia ganhar mais fazendo outra coisa ou ocupando uma posição diferente no mercado. No entanto, ficamos aqui para testar novas formas de abordar problemas, tentar não repetir alguns dos erros que vemos nas organizações, desenvolver e impactar pessoas direta ou indiretamente. 

Quando olhamos para nossos objetivos enquanto organização, é claro que os indicadores financeiros têm uma relevância estratégica, mas fica claro o quanto investimos em projetos que temos mais curiosidade e tesão por realizar. Em organizações onde sentimos que as pessoas realmente desejam transformar seus negócios e a experiência de seus clientes, gente que embarca e acredita no processo, mesmo sem ter a certeza de onde vamos chegar juntos, a motivação e o nosso engajamento sempre têm outro sabor. 

Trabalhar em uma consultoria de inovação significa se sentir confortável com esse lugar de incerteza e abrir mão da falsa "sensação" de controle oferecida pelas ferramentas do status quo. É claro que em alguns momentos dá tudo errado. Mas erramos tentando acertar e procurando aprender ao máximo com o processo, por pior que seja. Sabemos que em muitos momentos, forçamos os limites dos nossos clientes. Infelizmente, chegamos a perder alguns no caminho, justamente por não abrir mão desse processo quase caótico de aprendizado, só para garantir a renovação dos nossos contratos. Para muitos deles, muitas vezes é melhor lidar com "mentiras sinceras" do que com "verdades inconvenientes". Até sobre isso a gente aprende todos os dias. 

Talvez a parte mais difícil do TBA: Trabalho Baseado em Aprendizado, seja compreender que as pessoas vivem ciclos conosco até o momento em que nos deixam, justamente para experimentar outros ciclos, com outras pessoas, em outros contextos, nessa diversidade de opções que existem no mercado. 

Ninguém integra o time DTG em busca de um emprego. Aqueles que chegam apenas pelo salário, ou algo do tipo, rapidamente saem ou são desligados. As pessoas se conectam com a gente pelo desejo comum de compartilhar, aprender, testar, quebrar a cara, evoluir, dar passos pra frente e às vezes, para trás quando necessário. Por isso, cria-se uma cumplicidade que vai muito além do escopo de trabalho, das relações pessoais ou do dinheiro no fim do mês. 

Justamente por isso, é duro ver as pessoas irem embora, mas a gente fica super feliz ao ver quando tanta gente que já conviveu, trabalhou e aprendeu junto com a gente prospera em outras empresas, com outros negócios, vivendo novos desafios. 

Recentemente 2 pessoas chegaram a esse momento. Thalita Barbalho e Iona Chaves deixam nossa equipe e fazem muita falta, tanto como pessoas quanto como profissionais. Duas mulheres incríveis, com fome de aprendizado, coragem e curiosidade, que chegaram ainda "verdes", recém saídas da universidade e que se tornaram 2 das melhores DesignThinkers do mercado. 

Do lado de cá, chegou a hora da gente se despedir (já morrendo de saudades) e mais uma vez abrirmos um novo ciclo de desenvolvimento para receber novas pessoas, aprender, trocar, experimentar até que o ciclo se repita. Mas ele nunca se repete da mesma forma, porque as pessoas são diferentes e no dia em que a gente deixar de aprender talvez a gente deixe de existir (enquanto DTG), pois aí está o que nos move.


Você é Bonsai ou Samambaia? por Thalita Barbalho

Recentemente comecei a me questionar sobre qual seria o fit cultural da DTG. A gente estava passando por um processo seletivo e era importante compreender o que deveríamos buscar nos novos candidatos. Acredito que toda empresa tem um fit cultural, o que vai mudar é se essa é uma cultura modeladora e fixa - que vai fazer com que toda subjetividade seja mandada para o espaço e a pessoa tenha que entrar numa caixinha - ou se é uma cultura agregadora e fluida - que acolhe a diversidade e permite que as pessoas se expressem e contribuam para a construção dessa cultura. 

Só que pra isso dar certo vem a parte mais legal e difícil, pois estamos falando de criar um ambiente que não vai ser nem do meu jeito e nem do seu, mas alguma coisa entre nós. É preciso deixar as pessoas serem quem elas são, é preciso criar espaços de liberdade que permitam que as pessoas se sintam muito confortáveis para ser, dizer, experimentar, errar, aprender. Deixar as pessoas se descobrirem para que elas possam trazer o melhor de si e sigam contribuindo com essa cultura mutante. 

Quem me conhece um pouquinho sabe que sou apaixonada por plantas, já tive muitos vasos no meu apartamento e agora, moro em um lugar que tem mais plantas (do lado de fora) do que casa. Quem tem planta sabe que cada uma precisa de características específicas de luz, calor, água, nutrientes para crescer. E eu estou falando de plantas por dois motivos: primeiro porque com pessoas é igual, cada ser humaninho precisa de condições específicas para crescer e segundo, porque em setembro de 2019, na palestra da Hui Jin Park - 38º Ponto de Transmutação - no Hacktown, ouvi a descrição perfeita do que é esse ambiente mutante e do modelo de liderança e aprendizagem que aprendi com o Dudu, Rigs e Paulo. 

Não me lembro exatamente das palavras (já faz algum tempo) mas me lembro bem da moral da história. Hui conta que ao chegar ao Brasil uma pessoa da sua família ficou muito encantada com os jardins daqui, especialmente com as samambaias que cresciam livremente e que estavam presentes em muitas casas. E o espanto foi justamente por conta da comparação com a arte de fazer bonsais seguindo sempre a mesma técnica para garantir tamanho e proporção, que faz com que se tenha sempre arvorezinhas muito parecidas, contidas e sem vontade própria. Não se engane, samambaias também precisam de jardineiros, porém para cuidar e não para moldá-las.

Hui seguiu essa história falando sobre liderança e como é lindo (e difícil) fazer das pessoas samambaias ao invés de pessoas bonsais, e de todos os benefícios disso. Me lembro de ter ouvido isso e ficado muito feliz e agradecida, pois eu tive certeza que eu era a samambaia dessa história.

Piadas a parte, pra mim aprendizagem é sobre isso tudo que contei aqui e quero levar essa experiência para onde for.


 #Sextou na DTG: Antes de nos despedir, aqui vão as dicas do time

  • Thalita Barbalho: Vou falar na The Developer's Conference que acontece nos dias 24, 25 e 26 de agosto.

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  • Jordânia Costa: Apenas um pouco mais de 3 horas foram suficientes para eu ler o livro “Roube como um Artista”, que é cheio de bom humor, ousadia e simplicidade. E o mais importante é que “Roube como um artista” é focado na praticidade. É uma obra curta e intensa, um tiro certeiro para despertar aquele lado criativo que dorme dentro de todos os leitores. Estas são as dez dicas que o autor desenvolve no livro:

    1) Roube como um artista.

    2) Não espere até saber quem você é para poder começar.

    3) Escreva o livro que você quer ler.

    4) Use as mãos.

    5) Projetos paralelos e hobbies são importantes.

    6) O segredo: faça um bom trabalho e compartilhe-o com as pessoas.

    7) A geografia não manda mais em nós.”

    8) Seja legal. (O mundo é uma cidade pequena.)

    9) Seja chato. (É a única maneira de terminar um trabalho.)

    10) Criatividade é subtração.

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  • Paulo Emediato: Sabe quando a gente está navegando meio perdido sem saber o que ver? Pois é, acabei optando por assistir City Of Ghosts, na Amazon Prime - um documentário sobre um grupo de ativistas sírios que fazem oposição à ocupação do Estado Islâmico em sua cidade, RAQQA. Faz tempo que não vejo algo tão forte e poderoso. Super recomendo!

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  • Ciso Lima: Paciente 63

    Audiossérie | Ficção Cientifica;

    Tire um tempo pra você e escute Paciente 63 - audiossérie original brasileira, protagonizada por Seu Jorge e Mel Lisboa, que explora vários temáticas interessantes de ficção científica como viagem no tempo e futuros distópicos e faz uma reflexão sobre futuro através do presente. 10 episódios curtos (10 a 20min) que valem cada segundo.

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  • Raissa Fontes: As fotografias vencedoras do Ippa Awards 2021.

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  • Rubens Aguiar: Para muitos, música pop é sinônimo de fórmulas musicais simples que se repetem à exaustão com um único objetivo: conquistar o maior número possível de ouvintes. Mas neste vídeo, o guitarrista e compositor americano Rick Beato disseca a harmonia da famosa canção Never Gonna Let You Go do compositor brasileiro Sergio Mendes e, para minha surpresa – e provavelmente de muita gente também – encontra uma sucessão de acordes imprevisíveis e improváveis para o gênero. Ou seja: dá pra ser pop, sem ser pobre.

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  • Eduardo Rigotto: Sou muito curioso sobre a história e a cultura da India. Já li alguns livros (poucos) e tenho visto muitos filmes sobre o país. Com um deslumbramento cada vez maior, nesta semana descobri um site com visitas virtuais a museus de lá. Ainda visitei poucos mas estou impressionado com a variedade cultural. Vale a pena uma visita.
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  • Dudu Loureiro: Esse mês foi ao ar o último episódio das duas temporadas do incrível podcast do Spotify, Vidas Negras, produzido e apresentado pelo jornalista mineiro Tiago Rogero. A cada episódio ele relacionou personalidades negras do passado e de hoje. O trabalho do Tiago me engajou a aprofundar as pesquisas sobre a origem africana da minha família. Super recomendo!

Última chamada: Employee Experience

O que você precisa saber sobre esta experiência.

Tudo bem por aí?

Esta é a edição #11 da nossa Newsletter, dividida em 2 partes:
1 - O que você precisa saber sobre o curso de Employee Experience
2 - #SextounaDTG: as dicas do nosso time sobre o que curtimos nas últimas 2 semanas :)

Boa leitura e bom fim de semana!


Tá chegando a hora da nossa nova turma de Employee Experience e vai ser muito bom ter você com a gente!
Começamos este programa a partir da vivência compartilhada em mais de 20 países, conciliando as práticas de nossos parceiros estrangeiros com a nossa experiência prática em mais de 100 organizações de diversos setores e portes.

QUERO ME INSCREVER :)

Employee Experience de 16 de agosto a 1 de setembro

Como a gestão de pessoas pode desenvolver uma estratégia focada na experiência do colaborador? 

Neste curso, os participantes vão vivenciar a mentalidade e o processo criativo do design para influenciar positivamente a experiência dos colaboradores. A ideia é ressignificar o colaborador como um ‘cliente’ interno. Assim, a qualidade da sua experiência serve de insumo para se repensar os processos organizacionais. 

METODOLOGIA

  • Turma dividida em pequenos grupos, que juntos vão cocriar soluções e aprender uns com os outros;

  • Uso de exercícios práticos e ferramentas intuitivas para a resolução de desafios reais nas organizações;

  • Acompanhamento dos facilitadores com o compartilhamento de experiências e boas práticas experimentadas em projetos dentro de diversas organizações.

  • O programa possui os seguintes módulos: Descobrir, Definir, Projetar e Entregar.

RESULTADOS

  • Consolidação de uma visão orientada para a melhoria da experiência do colaborador, formulando soluções práticas

  • Mapeamento da Jornada do Colaborador 

  • Determinação de formas de avaliação contínua da qualidade da experiência dos colaboradores.

PARA QUEM É ESSA EXPERIÊNCIA

  • Pessoas dispostas a assumir uma forma de pensar colaborativa, inovadora e centrada no ser humano;

  • Gestores, empreendedores e líderes que buscam um modelo mental mais empático e experimentalista para seus negócios;

  • Equipes que buscam um comportamento focado na experiência dos clientes, inovação e geração de valor para as pessoas;

  • Profissionais que precisam de ferramentas e metodologias para trabalhar na criação de soluções em grupo, integrando áreas, diferentes bases de conhecimento e diversidade de opiniões.


 #Sextou na DTG: Antes de nos despedir, aqui vão as dicas do time

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